quarta-feira, 24 de agosto de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Questões dadas em sala:
1- Ao fazer o mapa individual (mental) do seu percurso, como você descreveria o uso dos seus sentidos ao fazer a experiência do caminho (visual, auditiva, olfativa, tátil)
Eles estão sempre presentes, principalmente o visual e o olfativo, pois através deles consigo caracterizar diversos lugares.
2- O que você pensa sobre essa experiência? Que raciocínio você faz sobre os lugares que consideram significantes? Porque razão os considera assim?
Considero essa experiência bastante construtiva, inclusive para minha vida pessoal, pois agora tenho observado mais as coisas ao meu entorno. Os lugares que geralmente considero importantes, o faço, pela história do lugar, pela aparência, pela paisagem, até mesmo pela complexidade de determinadas obras arquitetônicas, u avenidas. Também me chama atenção às pessoas, os diferentes tipos de pessoas que freqüentam uma determinada área.
3- O que você não compreende nas coisas, situações e lugares que destaca ao longo do caminho e, entretanto gostaria de compreender?
Algumas obras arquitetônicas, como casas antigas na região de venda nova, que são transformadas em comercio, e porque não há preocupação governamental aparente a esse respeito.
domingo, 7 de agosto de 2011
Trejeto Venda Nova - Coração Eucarístico
Moro em Venda Nova , região Norte de Belo Horizonte. Eu me desloco de van diariamente para a PUC do Coração Eucarístico. Durante todo percurso várias coisas chamam minha atenção, principalmente o comércio popular da região central de venda nova e sua notória diferença com a calmaria das ruas desertas da Pampulha. A Lagoa da Pampulha e conseqüentemente a igrejinha de São Francisco, me encantam. Observo o Aeroporto da Pampulha e o mato que se alastra cada vez mais ao seu derredor.
Todos os dias me deparo com o transito caotico da Av. Antonio Carlos que está em obra, e a grande movimentação de carros do Anel Rodoviário, me causam grande stress, principalmente em dias de congestionamento.
Uma coisa que tenho observado muito, a partir do momento em que me foi proposto à elaboração desse trabalho, é a intensa poluição visual da cidade. Em meu percurso Venda Nova - Coração Eucarístico, pude observar a enorme quantidade de outdoors e pichações.
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| Trajeto Venda Nova (A) - Coração Eucarístico (B) |
Situação e Deriva
Situação...
A situação é feita de modo a ser vivida por seus construtores. O papel do “público”, se não passivo pelo menos de mero figurante, deve ir diminuindo, enquanto aumenta o número dos que já serão chamados atores, mas num sentido novo do termo, vivenciadores. O pensamento urbano situacionista estaria então baseado na idéia de construção de situações. Era situacionista “o que se refere à teoria ou à atividade prática de uma construção de situações. Indivíduo que se dedica a construir situações”. Uma situação construída seria então um “momento da vida, concreta e deliberadamente construído pela organização coletiva de uma ambiência unitária e de um jogo de acontecimentos”.
Deriva...
A deriva era vista como um “modo de comportamento experimental ligado às condições da sociedade urbana: técnica da passagem rápida por ambivalências variadas. Diz-se também, mais particularmente, para designar a duração de um exercício contínuo dessa experiência”.
A deriva proporciona nova forma de apreensão do espaço urbano.
A deriva seria uma apropriação do espaço urbano pelo pedestre através da ação do andar sem rumo.
http://www.andrelemos.info/midialocativa/labels/psicogeografia.html
Psicogeografia
Segundo o professor da UFBA, André Lemos, Psycogeography seria um movimento de construção de "mapas mentais" que estariam disponíveis em sites, conferencias, entre outros. A Psico-geografia é descrita como anotações urbanas "comprometidos com o "mapeamento mental" do espaço físico cívico, isto é, mapeamento das versões dos locais que existam nas nossas mentes e são representados pelas nossas emoções".
Portanto entendemos psicogeografia como a união da psicologia e da geografia na avaliação do impacto emocional e comportamental do espaço. "É o estudo dos efeitos exatos do meio geográfico, conscientemente ordenado ou não, que age diretamente sobre o comportamento afetivo dos indivíduos".
Portanto entendemos psicogeografia como a união da psicologia e da geografia na avaliação do impacto emocional e comportamental do espaço. "É o estudo dos efeitos exatos do meio geográfico, conscientemente ordenado ou não, que age diretamente sobre o comportamento afetivo dos indivíduos".
http://www.andrelemos.info/midialocativa/labels/psicogeografia.html
sábado, 6 de agosto de 2011
Internacional Situacionista
Para esclarecer melhor o assunto, gostaria de iniciar este post com a fala de Debord,(um dos expoentes do movimento) "Situacionismo visa promover a reunificação da criação cultural da vanguarda e da critica revolucionária da sociedade (...) trata-se de ver poesia pra lá da estética."
Nesse contexto, definimos Situacionismo como um movimento europeu de crítica social, cultural e política que reúne poetas, arquitetos, cineastas, artistas plásticos e outros profissionais. Seu início data de julho de 1957, com a fundação da Internacional Situacionista, em Cosio d'Aroscia, Itália. O grupo se define como uma "vanguarda artística e política", apoiada em teorias críticas à sociedade de consumo e à cultura mercantilizada. A idéia de "situacionismo", segundo eles, se relaciona à crença de que os indivíduos devem construir as situações de sua vida no cotidiano, cada um explorando seu potencial de modo a romper com a alienação reinante e obter prazer próprio. Do ponto de vista da reflexão, as principais fontes dos situacionistas são utopistas como Charles Fourier e Saint-Simon, hegelianos como os filósofos alemães Ludwig Feuerbach e o jovem Karl Marx. O clima intelectual e político francês dos anos 1950 e 1960 alimenta o movimento, que, por sua vez, auxilia a redefinir os contornos da época. A tradução francesa de História e Consciência de Classe, de Georg Lukács, a edição dos dois primeiros volumes da Crítica da Vida Cotidiana, de Henri Lefebvre, as reflexões dos pensadores da Escola de Frankfurt, e as revistas Socialismo e Barbárie e Argumentos, entre outros, marcam a reflexão social, cultural e política do momento, apontando para os efeitos perversos do capitalismo avançado, bem como para a necessidade de alterar a ordem social pela reinvenção da vida cotidiana. A utopia maior que norteia o situacionismo é a projeção de uma sociedade comunista próxima aos ideais anarquistas, capaz de ser alcançada pela recusa radical do autoritarismo de Estado e da burocracia.
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